Marketing Digital e Cybersecurity

Actualmente, o marketing digital é fundamental para a sobrevivência e o sucesso da maioria das empresas existentes. O marketing digital pode ser tão simples quanto a correspondência por e-mail e um endereço electrónico, no entanto, a ascensão das mídias sociais deu uma nova dimensão ao marketing digital. Agora, os proprietários de empresas podem se inserir no feed de seus clientes e, assim, fortalecer o impacto de seus anúncios e promoções nas mentes do seu target.

O impacto das campanhas e do alcance das mídias sociais tem sido enorme, para dizer o mínimo. No entanto, não é isento de riscos. E-mails, mídias sociais e marketing digital em geral também aumentam a exposição de uma empresa a ameaças externas. Os ciber ataques não são brincadeira. As empresas perdem receitas, lucros, dado, confiança quer dos clientes quer dos investidores e algumas até perderam seus negócios como resultado de violações da segurança cibernética. Vejam o email por exemplo. Talvez seja o método de comunicação mais popular e amplamente utilizado, mas também é a forma mais insegura de marketing digital e os vectores de ataque mais explorados.

Os e-mails são particularmente devastadores porque, através dos canais de correio electronico, um cybercriminoso pode atacar a empresa e o cliente. Neste último caso, um hacker fingirá ser um agente da empresa e obterá informações de phishing do cliente, como vemos muito na banca comercial. Isso não apenas coloca o cliente em risco, mas também destrói a confiança e a reputação que a empresa construiu com o cliente. Perante estes riscos, o que uma empresa deve fazer? Entre o perigo dos ataques cibernéticos e a optimização de lucro, os Diretores de Marketing (CMOs) devem tomar medidas para garantir que o custo de aquisição de clientes não seja o próprio negócio. Acima de tudo, os CMOs devem colocar o cliente em primeiro lugar.

O factor chave para manter a confiança do mercado é baseada na capacidade das empresas de proteger as informações de seus clientes e de todos os stakeholders.

Trabalhar com o CISO (Chief Information Security Officer) ou com uma empresa especialista em outsourcing seria um passo prudente. Ter os dois lados da equação de negócios na mesma página ajudará a desenvolver um plano que abordará o problema da maneira que todos possam trabalhar. E, finalmente, é melhor lembrar que conhecimento é poder.

A cada minuto de cada dia, há um cibercriminoso que está aprendendo ou desenvolvendo maneiras de violar os sistemas de segurança. Há um concorrente que quer entrar no seu sistema e roubar informação crucial. Os CMOs, CISOs e empresas devem ser diligentes no estudo de ataques e violações, quanto mais rápido se encontrar um ataque ou violação, mais rapidamente poderá começar uma defesa, porque nem sempre os ataques são visíveis.

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